Google+ APOLOGÉTICA DA FÉ CATÓLICA



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terça-feira, 13 de março de 2012

O Celibato Clerical

Antes de mais nada, é preciso dizer que o celibato de padres e freiras, bem como de todos aqueles que fazem voto de castidade perante Deus e a Igreja, não é um Dogma (matéria de fé), mas apenas uma norma disciplinar interna da Igreja.
Como tal, a Igreja poderá alterar esta disposição (como já fez) ao longo do tempo. Da mesma forma, não há obrigação para que os católicos concordem incondicionalmente com tal regra. No entanto, devido a tantas confusões que o público faz quando se trata do assunto, é interessante saber porque a Igreja optou pelo celibato de seus religiosos.
Na verdade, os clérigos optaram por um outro tipo de matrimônio: um casamento com a Igreja. Assim, um sacerdote, que não tem os deveres de pai e toda as preocupações que são inerentes a um chefe de família, pode se dedicar plenamente a sua paróquia, a sua missão de evangelizador.
Dos doze apóstolos, três eram casados (incluindo São Pedro, o primeiro Papa), mas nove eram celibatários. O próprio Jesus Cristo se manteve casto.
Com o tempo, os bispos e presbíteros da Igreja vão percebendo que esta condição mais próxima de Cristo era também a mais eficaz para o trabalho de evangelização. De fato, um pai de família não tem o mesmo tempo para cuidar da messe que um solteiro. Sem falar em outras questões, como a necessidade de se deslocar de uma região para outra.
Neste sentido, é que em 303 d.C. o Concílio de Elvira (Espanha) recomenda o celibato como norma para os religiosos. Na verdade, o Concílio apenas foi de encontro a uma realidade que já se fazia presente na Igreja.
Da mesma forma que várias instituições têm suas normas internas, a Igreja também as têm, com todo o dever e legitimidade para tanto. Ninguém é obrigado a ser padre, freira ou monge, mas caso decida por esta bela opção de vida, sabe das responsabilidades que está para assumir. Mutatis mutandis, é como quem decide entrar para as forças armadas: sabe das restrições que esta decisão implica, e mesmo dos riscos (tipo ser chamado para a guerra), mas se o faz, entende-se que há um ideal maior a justificar.
Haveria ideal maior do que procurar servir plenamente a Cristo?

Quanto a simples alegações dizendo que "o celibato vai contra a natureza do homem", tal não pode ser

segunda-feira, 12 de março de 2012

Dom Odilo P. Scherer se manifesta sobre questão do aborto.


Dom Odilo P. Scherer – O Estado de S.Paulo
De novo, em pauta a questão do aborto. Estamos num ano eleitoral, os partidos vão costurando suas alianças e, como não podia deixar de ser, na pauta dos ajustes também entram questões polêmicas, em discussão há mais tempo pela opinião pública e também no Congresso Nacional.
Há quem gostaria que certos temas delicados não estivessem nos grandes debates político-eleitorais, talvez para não exigir uma tomada de posição clara perante os eleitores; prefere-se, então, qualificá-las como “questões religiosas”, das quais o Estado laico não se deveria ocupar, nem gastar tempo com elas na discussão política… Não penso assim. Decisões sobre a vida e a morte de outros seres humanos, sobre o modelo de casamento, família e educação, sobre justiça social e princípios éticos básicos para o convívio social são questões do mais alto interesse e relevância política. Dizer que são “temas religiosos” significa desqualificar a sua discussão pública, relegando-os à esfera da vida privada, ou ao ativismo de grupos voltados mais para interesses particulares do que para o bem comum. Tirar da pauta política esses temas também poderia sugerir que pessoas sem religião não precisam estar vinculadas a valores e convicções éticas, o que é falso e até ofensivo.
Preocupo-me quando ouço que, no Brasil, a cada ano são realizados mais de 1 milhão de abortos

domingo, 11 de março de 2012

TESTEMUNHO DE GLÓRIA POLO (Vídeo Completo)


GLORIA POLO foi atingida por um raio. Após ser reanimada e ter boa parte do corpo carbonizado, no seu estado inconsciente ,ela encontrou - se com JesusViveu o julgamento de todos os seus atos aqui na Terra, estava para ser condenada à morte eterna. Quando recebeu de Jesus uma segunda chance, acompanhada de uma ordem:ela teria que mudar radicalmente de vida e testemunhar aos outros a experiência pela qual passara e informações sobre o Inferno, o Céu, o Purgatório e o Pecado.Os médicos não acreditavam que ela pudesse sobreviver. Gloria saiu do côma e teve uma 
recuperação totalmente milagrosa. O fato foi amplamente noticiado na mídia de seu país. Glória Polo divulga em várias partes do mundo o seu testemunho e o seu livro sem fins lucrativos.

PREGAÇÃO COMPLETA DE SEU TESTEMUNHO NA CANCÃO NOVA CONFIRA AGORA:



Respondendo aos questionamentos dos abortistas - Brasil contra o aborto.


Aborto: Uma questão indiscutível

Os abortistas recusam-se mesmo a pronunciar-lhe o nome. O abortamento voluntário consiste na voluntária expulsão de um feto do seio da mulher. Pois eles insistem em falar de uma “interrupção da gravidez”. Mas uma interrupção significa paragem. E a gravidez não pára. Ou continua, ou acaba. O verbo interromper não se aplica à vida, a nenhuma vida. Por isso o assunto se torna indiscutível: se eu falo de uma coisa e tu de outra (ou melhor: e tu de coisa nenhuma), como havemos de discutir?
Eu digo: “O feto é um ser humano.” E tu: “Não é.” – “Então o que é?” – “Não sei.” Como podemos discutir, se não nos entendemos sobre aquilo de que falamos?
Ou então, respondes: “É um ser humano, mas não é pessoa.” – “Qual a diferença?” – “De direitos.” – “E quem lhos concede ou nega?” – “Somos nós.” Isto faz algum sentido? Só dá uma lenga-lenga: não é pessoa porque não tem direitos; não tem direitos porque não é pessoa…
Ou talvez respondas: – “É parte da mulher.” – “Que parte? Um órgão, um tumor?…” Tu calas-te. E acaba de novo a conversa.
No entanto, a discussão continua, como se fosse realmente um debate sobre o aborto. Invocam-se os direitos da mulher, por exemplo. Mas isso é outra questão. A do aborto é primordialmente sobre o feto. Quem é abortado é ele; não a mulher. Ou então fala-se do aborto clandestino… Mas isso é a questão da clandestinidade; não a do aborto voluntário.
Ou compara-se a nossa legislação com legislações estrangeiras… Mas isso é uma questão de direito comparado. A do aborto é a da legitimação da expulsão de um feto. Ou diz-se que é uma questão de consciência… Sem dúvida: uma gravíssima questão de consciência! E esperemos que todas as pessoas conscientes assim a considerem. Mas classificá-la não é responder-lhe. Sendo uma questão de consciência, a pergunta é esta: “Achas em consciência que é justo matar o feto?” Aí é que está o cerne do debate. Nem fujas ainda mais, dizendo: -”É uma questão religiosa.”

sábado, 10 de março de 2012

Por que batizar crianças e bebês ?

As Escrituras dizem que o batismo “lava os nossos pecados” (Atos 2:38, 1 Pedro 3:21, Heb. 10:22-23 e outros), assim as crianças e bebês católicos são batizados, para que possam ser lavados da mancha do pecado original. Depois do pecado de Adão e Eva no jardim do Edem, todas as pessoas nascem com o pecado original. Através do dom da graça no Baptismo, Deus lava essa mancha do pecado original e nos torna parte de Sua família e oferece-nos a vida eterna.
Os católicos acreditam que o nosso amoroso Pai Eterno  não pretende negar o Seu amor e graça a quem quer que seja, inclusive crianças. Batismo simplesmente requer receptividade, nem que seja por parte dos pais. Jesus disse sobre as crianças:
“Deixai as crianças virem a mim, e não as impeçais, porque o reino dos céus pertence a tais como estes.” (Mt 19:14, Marcos 10:14 e Mateus. 18:2-5)
O texto grego de Atos 2:38, diz: “Metanoesate kai bapistheto hymon hekastos.” A tradução disto é:
“Se vos arrependerdes, então cada um que faz parte de vós deve ser batizado.”
Ao afirmar “cada um que faz parte de vós”, esta passagem está realmente nos dizendo que as crianças ou filhos, que fazem parte de seus pais, devem ser batizadas, assim como seus pais.
Este ensinamento é ecoado pelo apóstolo Pedro em Atos 2:39.
Pedro respondeu: “Arrependei-vos cada um de vós e sedes batizado, em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados. E  recebereis o dom do Espírito Santo. A promessa é para vós e vossos FILHOS e para todos os que estão longe, para todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar.” Do mesmo modo São Paulo faz referência ao batismo como “a nova circuncisão” dos crentes em Cristo:
Nele também vocês foram circuncidados, no adiamento da natureza pecaminosa, não com uma

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