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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

[Vídeo] Por que Padre Pio apanhava do demônio? - Pe.Paulo Rircado.


Por que Padre Pio apanhava do demônio? 

Como explicar as agressões físicas causadas pelo demônio sobre Padre Pio? Uma vez que o demônio é um ser espiritual como é possível que ele atue no mundo material ?

Em um vídeo  curto, direto e objetivo padre Paulo Rircado explica este grande mistério

Vídeo :




Downloads do àudio, apenas clique no botão abaixo :




sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A Quaresma de São Miguel a história e o auxílio dos anjos - Padre Paulo Ricardo.

   
"A tradicional Quaresma de São Miguel Arcanjo é uma oportunidade para os cristãos repetirem as palavras do chefe da milícia celeste: Quem como Deus?".

         Contrapondo-se à arrogância da serpente maligna, cujo escândalo revela-se na face humana de Deus, ou seja, em Jesus Cristo, resta ao ser humano, humilde criatura, dobrar seus joelhos e aprender a amar mais.
          Miguel, na hierarquia angélica, era um dos menores anjos, mas amou mais e, por isso, assim como a Virgem Maria, foi exaltado pela graça divina.

          Esse tempo proporciona o exame de consciência e o arrependimento por todas as vezes em que se disse o "não servirei" do diabo, em vez do "Quem como Deus?" de São Miguel.

          Neste vídeo Pe. Paulo Ricardo vem  mostra a história da guerra do céu e esclarece muito sobre  a doutrina dos anjos. Confira neste vídeo as sábias palavras contando esta história real e atuante dos anjos.




Confira também em audio:




Downloads do áudio:  Clique Aqui


Como fazer a quaresma de São Miguel  passo-a-passo:  Clique aqui


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Dom Alberto Taveira tira dúvidas da oração em línguas, repouso no Espírito e inspirações particulares.

Esclarecimentos sobre alguns pontos da RCC à CNBB

Dom Alberto Taveira fala da oração em línguas, repouso no Espírito e inspirações particulares



Em nome da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, sou o Assistente Espiritual do Conselho Nacional da Renovação Carismática Católica, um dos mais significativos Movimentos Eclesiais existentes em nosso tempo. Algumas interrogações me foram feitas por Dom Rafael Llano Cifuentes, Bispo de Nova Friburgo-RJ, proporcionando-me levar ao Conselho Permanente da CNBB alguns esclarecimentos, que podem servir a tantos irmãos e irmãos da RCC ou que desejam conhecê-la mais de perto. Eis o texto escrito que apresentei à 58ª Reunião do Conselho Permanente da
CNBB:

Esclarecimentos sobre alguns pontos da RCC


Foi-me pedido para fazer uma breve comunicação a respeito de alguns pontos sobre a Renovação Carismática Católica (RCC). Escolhi dois caminhos, sendo o primeiro uma consulta feita aos coordenadores nacionais da RCC, aos quais encaminhei as perguntas feitas, com respostas que me foram apresentadas por Reinaldo Beserra, do Escritório Nacional da RCC e membro do Conselho Internacional da RCC – (ICCRS). Tais respostas correspondem e são plenamente assumidas por mim, por corresponderem ao que penso e às orientações que costumo oferecer à RCC. Em seguida, desejo apresentar algumas propostas.

O Dom das Línguas 

I – Esclarecimentos solicitados pelo CONSEP, a pedido de Dom Rafael:

1. “Benefícios” da oração em línguas: Os carismas, sejam extraordinários ou humildes, são graças do Espírito Santo que têm, direta ou indiretamente, uma utilidade eclesial, ordenados como são à edificação da Igreja, ao bem dos homens e às necessidades do mundo. Carismas são “manifestações do Espírito para proveito comum”. São dons úteis, instrumentos de ação, para servir à comunidade.
Conceituação:

a) “É um dom de oração cujo valor, enquanto ‘linguagem de louvor’, não depende do fato de que um linguista possa ou não identificá-lo como linguagem no sentido corrente do termo”. É uma linguagem a-conceitual, que se “assemelha” às línguas conceituais. Não supõe absolutamente um estado de “transe” para praticá-la, não corresponde a um estado “extático”, e nem a uma exagerada emoção, permanecendo aquele que a pratica no total domínio de si mesmo e de suas emoções, pois o Espírito Santo jamais se apossa de alguém de modo a anular-lhe a personalidade.

b) É um dom que leva os fiéis a glorificar a Deus em uma linguagem não convencional, inspirada pelo Espírito Santo. É uma forma de louvar a Deus e uma real maneira de se falar e se entreter com Ele. Quando o homem está de tal maneira repleto do amor de Deus que a própria língua e as demais formas comuns de se expressar se revelam como que insuficientes, dá plena liberdade à inspiração do Espírito, de modo a “falar uma língua” que só Deus entende.

2. O “falar em línguas”, consignado nas Escrituras comporta três modalidades:

a) a oração em línguas, de caráter usualmente particular, pessoal, e que portanto não requer interpretação. Embora de caráter pessoal, ela pode ser exercitada também de modo coletivo, o que acontece nas assembléias onde todos exercem o “dom particular de orar em línguas”, ao mesmo tempo; obviamente, não supõe interpretação. No entanto, Deus – que ouve a oração que milhares de fiéis lhe dirigem concomitantemente de todos os cantos da Terra – por certo entende. Vale a intenção que está em nosso coração.

b) Essa oração também pode ser expressa em modalidade de canto, uma oração com uma melodia que não foi pré-estabelecida. Também essa modalidade não requer interpretação. A diferença em relação à modalidade anterior, é que aqui se trata de orar em línguas, mas num ritmo não falado, de expressão e cadência musical, de notas que se sucedem improvisadamente, numa modulação lírica com que se celebra as maravilhas de Deus. São cânticos que brotam geralmente nos momentos de louvor e adoração da assembléia, do grupo de oração, e que pouco tem em comum com os cânticos eclesiásticos tradicionais, ou também com os cantos de “composição artística”. Santo Agostinho, comentando as palavras do Salmo “Cantai ao Senhor um Cântico novo”, adverte que o cântico novo não é coisa “de homens velhos”. “Aprendem-no os homens novos, renovados da velhice por meio da graça, pertencentes ao Novo Testamento, que já é o Reino dos Céus. Por ele manifestamos todo o nosso amor e lhe cantamos um canto novo. Quando podes oferecer-lhe tamanha competência que não desagrade a ouvidos tão apurados?… Não busques palavras, como se pudesses dar forma a um canto que agrade a Deus. Canta com júbilo! Que significa cantar com júbilo? Entender sem poder explicar com palavras o que se canta com o coração. Se não podes dizer com tuas palavras, tampouco podes calar-te. Então, resta-te cantar com júbilo, se modo que te entregues a uma alegria sem palavras e a alegria se dilate no júbilo” .

c) Uma terceira modalidade do dom das línguas é aquela de uso essencialmente público, que quando é acompanhado do seu complemento, o dom da interpretação, tem como seu propósito a edificação dos fiéis e a convicção dos descrentes. Aqui o falar em línguas não assume o caráter de oração, mas de uma mensagem em línguas, dirigida à assembléia e não a Deus, como é o caso da oração, e que portanto requer o exercício do outro dom apontado por Paulo, o dom da interpretação. O Espírito dá a alguém a inspiração de “falar em línguas” em alta voz. Suas palavras contém uma mensagem espiritual para um ou mais ouvintes. A mensagem permanece incompreensível, enquanto não for interpretada. A mensagem interpretada assume, regularmente, as características de uma profecia carismática, que, segundo S. Paulo, edifica, exorta e consola a assembléia. Autores há que, em vista de maior clareza, dão outro nome a esta forma de falar em línguas. Chamam-na de “mensagem em línguas”, ou ainda de “profecia em línguas”. Em oposição ao “falar em línguas” durante a oração, este dom não está livremente à disposição da pessoa. Exige-se uma inspiração peculiar. Muitas vezes, ela está acompanhada de outra inspiração, a saber, num dos ouvintes que então “interpreta” a mensagem e a traduz em linguagem comum, para a comunidade. O dom de “falar mensagem em línguas” é um dom transitório manifestado vez ou outra nas reuniões de oração; e o Senhor pode servir-se ora deste, ora daquele, enquanto que o dom da interpretação geralmente é considerado permanente; é dom que pode ser pedido na oração.

3. Quando se deve orar em línguas? Só em atos próprios da RCC? Na TV para todos? Pode ser utilizada durante a Santa Missa, como parece ter acontecido na Oração dos fiéis nas missas de TV?

a) Sendo um dom do Espírito e um dom de oração, ele deveria ser permitido onde sempre é permitido orar. Nos atos próprios da RCC, o Documento 53, n. 25 da CNBB, já o levou em consideração.

b) Se a TV está transmitindo um ato próprio da RCC, não é possível “encenar” um comportamento que anule a identidade do Movimento. O exercício do carisma de orar em línguas é parte constitutiva da RCC. De nossa parte – os “carismáticos” – não temos de que nos envergonhar dessa prática, e nem temos nada a esconder. Somos assim. nossos Grupos de Oração estão sempre com as portas abertas, e qualquer um pode conferir lá o que somos e o que praticamos.

c) Na Santa Missa: Se são missas celebradas em atos específicos da RCC, parece-nos que sim, desde que se exercite essa oração nos momentos ditados pelo bom senso e pela orientação do celebrante, de modo respeitoso, profundamente oracional, não exibitório, especialmente como glorificação a Deus, como expressão de contrição, como petição, e como ação de graças.

d) A RCC tem clara consciência de que a Igreja, durante muito tempo, não se abriu à essa forma de se exercitar os carismas. Por isso ela sabe que, esse reavivamento de perfil pentecostal que se colocou em marcha no último século – especialmente a partir de Helena Guerra, que motivou Leão XIII a escrever uma Encíclica sobre o Espírito Santo, passando por João XXIII, que pediu um novo Pentecostes para a Igreja e a “renovação dos sinais e prodígios da aurora da Igreja”, bem como pelo Concílio Vaticano II, onde Deus, providencialmente, lançou as bases e os fundamentos que tornaram possível o surgimento e a fundamentação do Movimento Pentecostal Católico, até João Paulo II, com sua Dominum et Vivificantem, e a inspirada exortação pronunciada na celebração de Pentecostes de 29 de maio de 2004, que dizia: “Desejo que a espiritualidade de Pentecostes se difunda na Igreja como um impulso renovado de oração, santidade, comunhão e anúncio. [...] Abram-se com docilidade aos dons do Espírito Santo! Recebam com gratidão e obediência os carismas que o Espírito não cessa de oferecer!” – precisa ser acolhido com abertura de espírito e destemor, mas também com bom senso, com humildade, com respeito pelas diferentes opções de engajamento na pastoral orgânica da Igreja, em absoluta adesão à doutrina da Igreja Católica, não escandalizando por falta de decoro litúrgico ou religioso, dentro da ordem, mas também não deixando de ser fiel à vocação que Deus nos faz, de, nesses tempos, contribuir para “revelar à Igreja aquilo que já lhe é próprio: sua dimensão carismática”.

e) No rito do Sacramento da Crisma, ao final da Oração dos fiéis, o Bispo reza: “Ó Deus, que destes o Espírito Santo a vossos apóstolos e quisestes que eles e seus sucessores o transmitissem aos outros fiéis, ouvi com bondade a nossa oração e derramai nos corações de vossos filhos e filhas os dons que distribuístes outrora no início da pregação apostólica”.

f) É de se esperar que, recebendo tais dons, possamos exercitá-los, pois “da aceitação desses carismas, mesmo dos mais simples, nasce em favor de cada um dos fiéis o direito e o dever de exercê-los para o bem dos homens e a edificação da Igreja e do mundo, na liberdade do Espírito Santo, que ‘sopra onde quer’ e ao mesmo tempo na comunhão com os irmãos em Cristo, sobretudo com seus pastores, a quem cabe julgar sobre a autenticidade e o uso dos carismas dentro da ordem, não por certo para extinguirem o Espírito, mas para provarem tudo e reterem o que é bom”.

g) “Na lógica da originária doação donde derivam, os dons do Espírito Santo exigem que todos aqueles que os receberam os exerçam para o crescimento de toda a Igreja, como no-lo recorda o Concílio”.

 Repouso no Espírito: 



O Documento 53, no número 65, aborda o tema e diz a respeito: “Em Assembléia, grupos de oração, retiros e outros reuniões evite-se a prática do assim chamado ‘repouso no Espírito’. Essa prática exige maior aprofundamento, estudo e discernimento”.

a) O Cardeal Suenens, que escreveu muito sobre a RCC e a apoiou, foi muito cauteloso em relação à prática do repouso no Espírito, recomendando reserva.

b) Pe. Robert De Grandis foi quem muito a divulgou aqui pelo Brasil e tem um livro sobre o assunto.

c) Pe. Antonello, da Arquidiocese de S. Paulo, pratica-o com bastante freqüência e também escreveu sobre o assunto.

d) Não há fundamentação bíblica consistente sobre ele, embora sua prática remonte aos grupos qualificados de entusiastas, especialmente nos grupos de reavivamento nos Estados Unidos entre os séculos XVII e XIX.

e) “O Espírito Santo, ao confiar à Igreja-Comunhão os diversos ministérios, enriquece-a com outros dons especiais, chamados carismas. Podem assumir as mais variadas formas, tanto como expressão da liberdade absoluta do Espírito que os distribui, como em resposta às múltiplas exigências da história da Igreja” . Em muitas ocasiões – especialmente quando praticado em atendimentos pessoais, em clima de oração –, de modo especial em atendimentos de oração por cura interior, essas manifestações se revelam perceptivelmente legítimas, sem componentes de perfil patológico, gerando em quem a experimenta profunda paz e bem estar, com conseqüente reavivamento ou novo compromisso, com os compromissos relativos à fé. Pe. Isaac Isaias Valle, por exemplo, de Porto Feliz, na Arquidiocese de Sorocaba, sacerdote muito estudioso e preparado doutrinariamente, atende as pessoas utilizando-se dessa prática.

f) Em muitas ocasiões – especialmente em grandes encontros – há um visível descontrole emocional da parte de muitos nos quais se manifesta tal fenômeno, chegando-se mesmo a identificáveis casos de histeria, seja por desequilíbrio de cunho psicológico. Como diz João Paulo II, “na verdade, a ação do Espírito Santo, que sopra onde quer, nem sempre é fácil de se descobrir e de se aceitar. Sabemos que Deus atua em todos os fiéis cristãos e estamos conscientes dos benefícios que provém dos carismas, tanto para os indivíduos como para toda a comunidade cristã. Todavia, também temos consciência da força do pecado e as confusões na vida dos fiéis e da comunidade.”

g) Assim, não é oportuno incentivar tal prática. Mas há vezes em que, sem que ninguém estimule, ocorre tal manifestação. Então, surge a oportunidade para cumprir o que determina o Documento 53, buscando aprofundar o entendimento sobre a matéria, pela observação com um estudo do caso, até perguntando à pessoa como é que ela está se sentindo, se aquilo lhe gerou paz, se o seu é um histórico sem comprometimentos outros, etc, para chegar a um discernimento sobre as características que possam nos ajudar a identificar a legitimidade do repouso.

Sobre as inspirações particulares: 

Em geral a liderança da RCC tem tido bastante bom senso no exercício dessas chamadas inspirações, ou moções. Junto com os dons da Palavra de Ciência e a Palavra de Sabedoria, a RCC se esmera em fazer uso do Dom do Discernimento Carismático. Podem ocorrer exageros e afoitas condutas? Claro que sim. Mas a realidade dos fatos logo “traz para a terra” aqueles espíritos mais atabalhoados, e que agem por impulsos meramente humanos, e de maneira até irresponsável. Na observância dos resultados práticos e dos frutos produzidos por tais inspirações é que a RCC busca aprender a deixar-se conduzir pelo Espírito, que – segundo a Apostolicam Actuositatem – distribui também aos leigos dons e carismas para capacitá-los a anunciar o Reino, com poder. É possível encontrar-se falsas moedas. Mas não vamos, com elas, jogar fora as legítimas, as verdadeiras. Em 2003, o Pontifício Conselho para os Leigos convidou a RCC a dar sua contribuição no Colóquio Internacional sobre a Oração para pedir de Deus a cura, realizado em Roma, sob os auspícios daquele Conselho, reconhecendo nela essa prudência.
II – Propostas:

a) Ao acompanhar a RCC, percebo que existe seriedade, busca de maior conhecimento teológico em suas lideranças e docilidade. Sugiro que a Comissão Episcopal de Doutrina promova um estudo sobre os Carismas e as práticas da RCC, com seus representantes. Pode até surgir uma nova e mais atualizada orientação pastoral.

b) Sugiro que os senhores bispos verifiquem em suas Dioceses os eventuais problemas, proporcionando uma orientação segura, através de um assistente diocesano que possa acompanhar de perto.

c) Nos Congressos Estaduais da RCC, seria muito oportuno que o Bispo do local em que o mesmo se realiza se fizesse presente com a apresentação de um tema de formação. Penso que “adotando a criança”, poderemos orientar melhor e os membros da RCC não se sentirão marginalizados, mas membros vivos das Igrejas particulares.
Dom Alberto Taveira*
A oração em línguas é um dom do Espírito Santo (1 Cor 12,10). São Paulo faz vária citações sobre esse carisma e sua importância para quem o põe em prática. Vemos o apóstolo delongar-se na instrução aos Coríntios sobre o uso do dom das línguas e na correção aos exageros que por vezes ocorriam; podemos perceber que esse era um dom usado com muita freqüência, um dom muito comum para eles e assim o foi, nos primórdios, para a Igreja.
Contudo, durante muito tempo esse dom ficou esquecido e ate parecia ter desaparecido do seio da Igreja, mas novamente essa forma de oração tem ganhado expressão e é cada vez mais comum a sua prática em meio a Renovação Carismática.
Quantas vezes nos vemos perdidos, sem saber como rezar? Faltam-nos as palavras. Outras vezes começamos a louvar a Deus e não somos capazes de permanecer sequer cinco minutos em Seu louvor. Outras, ainda, sentimos o coração quase sair do peito de tanta vontade de falar com o Senhor, mas toda palavra que nos chega á boca parece ser insuficiente.
É bom saber que não estamos sozinhos, o Espírito mesmo vem em auxilio à nossa fraqueza.
Porque não sabemos o que devemos pedir nem orar como convém, Ele mesmo se dispõe a orar em nós. Trata-se do próprio Deus, que habita em nossos corações, templos Seus, a orar em nós. Diz a Sagrada Escritura que Ele o faz com gemidos inefáveis, se maneira que a inteligência humana é incapaz de entender.
São gemidos, sílabas que se combinam de maneira inteligível, mas de grande significância. É Deus que, sendo Pai e conhecendo o nosso coração, quer nos levar a uma oração profunda.
Aquele que ora em línguas não diz coisas que a inteligência humana seja capaz de compreender; a sua oração brota do seu coração, do seu espírito, rumo ao coração de Deus; ninguém o compreende, nem mesmo ele próprio, porque diz coisas misteriosas sob a ação do Espírito Santo. Há aqui um obstáculo para as pessoas que racionalizam tudo em demasia. Essa oração é uma humilhação para a inteligência… Quantas pessoas ao orar em línguas perguntam a si mesmas se não estão fazendo papel de estúpidas, até mesmo se sentem ridículas por consentir em iniciar tal forma de oração. Contraditório seria entendê-la quando a Sagrada Escritura diz que não é possível fazê-lo.
Há muitos que dizem não querer saber de dons, que a caridade lhes basta, como se esta se contrapusesse aos carismas e vice-versa. O Espírito Santo nos ensina: “Empenhai-vos em procurar a caridade. Aspirai igualmente os dons espirituais…” Devemos aspirar à caridade na mesma intensidade, da mesma forma e profundidade que os dons espirituais ( que acabam por ser uma operação da própria caridade).
Felizes são aqueles que se ariscam e se aventuram, mesmo quando os sentimentos contrariam a intenção de se lançar nessa maravilhosa experiência, já que aquele que assim reza edifica-se a si mesmo. Todos os outros carismas são para as outras pessoas; a oração em línguas é o único carisma voltado para a edificação pessoal. Convém não desperdiçar.

Fonte: Extraido do livro: “Quando só Deus é a resposta”

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Visão de Lutero no inferno - beata Serafina Micheli

VEJA O VÍDEO:  QUE FOI LUTERO - VERDADES OCULTAS, DEPOIS DE VÊ O VÍDEO LEIA A VISÃO ABAIXO.



A beata Serafina Micheli e a visão de Lutero no inferno

Em 1883 a Bem-aventurada Sóror Maria Serafina Micheli (1849-1911 ), fundadora do Instituto das Irmãs dos Anjos, passava pela cidade de Eisleben, na Saxônia, Alemanha.
Eisleben é a cidade natal de Lutero. E, naquele dia comemorava-se o quarto centenário do nascimento daquele grande heresiarca ( 10 de novembro de 1483 ) e que dividiu a Igreja e a Europa, fato que provocou crudelíssimas guerras de religião que duraram décadas a fio.
A população aguardava o imperador alemão Guilherme I que devia presidir as solenidades.
Afutura beata não se interessou pela agitação e seu único desejo era encontrar uma igreja onde pudesse rezar e visitar a Jesus Sacramentado.
As igrejas estavam fechadas e já era noite.
Na escuridão localizou uma com as portas trancadas, mas se ajoelhou nos degraus de acesso.
Pela falta de luz não percebeu que a igreja não era católica, mas sim protestante. Enquanto rezava lhe apareceu o anjo da guarda e lhe disse:
“ - Levanta porque este é um templo protestante.”
E acrescentou:
“-  Eu quero te fazer ver o lugar aonde Martinho Lutero foi condenado e a pena

quarta-feira, 28 de março de 2012

Estudo sobre os anjos maus (Caídos) - Parte 03 de 03

HIERARQUIA DE DEMÔNIOS

Textos que indicam uma hierarquia de demônios: Dn 10, 13-20 (príncipe da Pérsia e Grécia), Ef 6,12, Cl 1,16)

PRINCIPADOS:

O termo “Principado”se define como um território, ou uma região que dá o título a um Principado. Ex. Dn. 10. Os problemas persistem e de um forma ou de outra são uma praga na Igreja, Lar, e podem indicar a presença de agentes do mal para causar problemas nesta área. Satanás tem um plano de batalha particular para cada área geográfica e cada grupo humano (família). Ele considera a densidade da população rural e urbana, conhece bem as raças, nacionalidades, tribos, clãs e famílias. Ele conhece muito bem o seu inimigo e está preparado para a luta.

POTESTADES

Também chamadas de Fortalezas: Este termo também traduz por autoridade, são os demônios sobre diversas áreas, se referem a gêneros de certos males. As opressões de poder entram nas famílias quando estas se entregam a pecados em particular. Podem ficar sob a força dos demônios, lideres religiosos, paróquias, comunidades, movimentos, paises, cidades, bairros, ruas.
Evitar a influência _ Se estou em um lugar em que há contenda devo tomar cuidado para não ser atraído.
Ore especificamente - DEUS mostrará o espírito em particular.
Viver no espírito oposto, significa que quando vejo a influência de um espírito, eu preciso reagir de um modo contrário. Ex.: Se encontrarmos depressão, devemos decidir a louvar a DEUS. Regozijar-nos em todas as coisas correspondendo a força espiritual de maneira oposta. Assim derrubamos esta potestade.

GOVERNADORES

“Kosmokratoras”, que significa “senhores do mundo”. Esta designação enfatiza a intenção de controlar, exercer a vontade sobre outros.

HOSTES ESPIRITUAIS

O significado é “maldade”.
Sugere tudo que é altamente mau; destruidor por natureza. Eles não estão interessados numa zona geográfica, estão interessados em indivíduos, sobre sua conduta individual, seus hábitos e ações. Precisamos compreender que nesta luta contra principados e potestades estamos batalhando contra seres espirituais de

segunda-feira, 26 de março de 2012

Estudo sobre os anjos maus (Caídos) - Parte 02 de 03

Antes de começa vamos ora : Em nome do Pai do Filho e do Espirito Santo Amém .

Pai Nosso .. Ave Maria ... e  São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e a todos os  espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.

Iniciemos a 2º Parte deste Estudo :

A DOUTRINA DOS DEMÔNIOS

Os demônios existem e são grandemente afirmados pela Bíblia. Quando Satanás caiu do Céu, levou consigo grande parte de seres angelicais, que quiseram segui-lo (Ap12,4), ele possui um verdadeiro exército organizado, com os mais diversos escalões. Os que governam as nações e continentes como também os que fazem trabalhos mais imundos.

ORIGEM DOS DEMÔNIOS:

  • Anjos caídos. Alguns estão presos e outros soltos a serviço de Satanás. (II Pe 2,4; Jd 6).
  • “TARTARUS” Traduzido por “INFERNO” os que estão amarrados.
  • “ABISMO” (Lc 8,31; Ap 9,1-3,10; Mc 9,25). Alguns foram expulsos por Cristo e foram para lá.

A NATUREZA DOS DEMÔNIOS:

  • São seres espirituais. Tanto os anjos caídos como os demônios são seres espirituais (Mt 8,16; Lc 10,17,20).
  • Não cessarão de existir (Lc 20,36).
  • São moralmente pervertidos. São seres imundos (Mt 10,1; Lc 11,24), forças espirituais da maldade (Ef 6,12).
  • São numerosos (Mc 5,9).
  • Usam corpos de animais e pessoas para se manifestar (Mc 5,13; At 16,16).
  • Causam doenças mentais (Mc 5,4,5; Mt 4,24).
  • Aflige doenças físicas (Mt 12,22; Lc 13,11-16).
  • São imundos e ferozes (At 5,16; Mc 1,21-28).
  • Parecem ser religiosos (I Tm 4,1). São espíritos enganadores com falsa religião para nos afastar da Sã Doutrina.
  • Conduzem e induzem as pessoas ao pecado (Lc 4,1-13; At 5,1-11).
  • Manifestam-se através de grandes líderes (Ap 16,14).
  • Possuem força sobrenatural.
  • Imitam os milagres de Deus, mas tem restrições, como no caso dos mágicos do Egito (Ex 8,5-7,19).
  • Possuem grande mobilidade. Existem várias castas e legiões. Por isso parece estar em vários lugares ao mesmo tempo. Mas Onipresente só Deus.
  • Eles não têm poder de criação. Podem criar uma ilusão visual falsa.
  • Estão atrás de cada ídolo (I Co 10,19-21).
  • Eles podem falar _ Mc 5,9-12
  • Eles podem crer _ Tg 2,19
  • Eles podem exerce sua vontade _ Lc 11,24

sábado, 24 de março de 2012

Estudo sobre os anjos maus (Caídos) - Parte 01 de 03

Antes de começa vamos ora : Em nome do Pai do Filho e do Espirito Santo Amém .

Pai Nosso .. Ave Maria ... e  São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede o nosso refúgio contra as maldades e ciladas do demônio. Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos, e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai no inferno a satanás e a todos os  espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.
Agora iniciemos este curso básico sobre os Anjos maus.

Demônios:

Satanás é o antagonista central de Deus e do homem, ele é petulante, em seu orgulho se aventura se opondo aos planos de Deus. Contudo para destruir as almas ele precisa da cooperação do ser humano. Para a realização de seus planos contra Deus e as almas, ele também precisa da ajuda humana. Ele é forte, espírito e inteligente, contudo a Igreja e seus filhos têm autoridade sobre ele e seus demônios. Jesus ao ressuscitar o derrotou e o julgou.

ORIGEM DE SATANÁS:

“A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: filho do homem, entoa um cântico fúnebre sobre o rei de Tiro, e dize-lhe: Eis o que diz o Senhor Javé: Eras um selo de perfeição, cheio de sabedoria, de uma beleza acabada. Estavas no Éden, jardim de Deus, estavas coberto de gemas diversas: sardônica, topázio e diamante, crisólito, ônix e jaspe, safira, carbúnculo e esmeralda; trabalhados em ouro. Tamborins e flautas, estavam a teu serviço, prontos desde o dia em que foste criado. Eras um querubim protetor colocado sobre a montanha santa de Deus; passeavas entre as pedras de fogo. Foste irrepreensível em teu proceder desde o dia em que foste criado, até que a iniqüidade apareceu em ti. No desenvolvimento do teu comércio, encheram-se as tuas entranhas de violência e pecado; por isso eu te bani da montanha de Deus, e te fiz perecer, ó querubim protetor, em meio às pedras de fogo. Teu coração se inflou de orgulho devido à tua beleza, arruinaste a tua sabedoria, por causa do teu esplendor; precipitei-te em terra, e dei com isso um espetáculo aos reis. À força de iniqüidade e de desonestidade no teu comércio, profanaste os teus santuários; assim, de ti fiz jorrar o fogo que te devorou e te reduzi a cinza sobre a terra aos olhos dos espectadores. Todos aqueles que te conheciam entre os povos ficaram estupefatos com o teu destino; acabaste sendo um objeto de espanto; foste banido para sempre!” (Ez 28,11-19).
“Então! Caíste dos céus, astro brilhante, filho da aurora! Então! Foste abatido por terra, tu que prostravas as nações! Tu dizias: Escalarei os céus e erigirei meu trono acima das estrelas. Assentar-me-ei no monte da assembléia, no extremo norte. Subirei sobre as nuvens mais altas e me tornarei igual ao Altíssimo. E, entretanto, eis que foste precipitado à morada dos mortos, ao mais profundo abismo. Detêm-se para ver-te melhor, e procuram reconhecer-te: Porventura é aquele que fazia tremer a terra, e abalava os impérios, que fazia do mundo um deserto, e destruía as cidades, e impedia os prisioneiros de voltarem para suas casas?” (Is 14,12)

A NATUREZA DE SATANÁS:

  • Ele é uma criatura de Deus (Ez 28,14) e não o Criador.
  • Ele é um ser espiritual (Ef 6,11,12).
  • Ele é da ordem dos querubins (Ez 28,14).
  • O mais exaltado das criaturas angelicais (Ez 28,12).

A PERSONALIDADE DO DEMÔNIO:

  • Ele possui intelecto e é astuto (II Co 11,3).
  • Ele tem emoções (Ap 12,17)
  • Ele tem vontades (II Tm 2,26).
  • Ele é tratado como pessoa moralmente responsável (Mt 25,41)
  • É descrito com pronomes pessoais (Jó 1,6).

TRAÇOS DE SUA PERSONALIDADE:

  • Ele é homicida (Jo 8,44).
  • Ele é mentiroso (Jo 8,44).

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