Google+ APOLOGÉTICA DA FÉ CATÓLICA: Dogma.



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sábado, 30 de agosto de 2014

GRANDIOSOS MILAGRES EUCARÍSTICOS NO MUNDO




    "João 6, 51

    Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo."

    A revista “Jesus” das Edições Paulinas de Roma, publicou uma matéria do escritor Antonio Gentili, em abril de 1983, pp. 64-67, onde apresenta uma resenha de milagres eucarísticos. Há tempos, foi traçado um “Mapa Eucarístico”, que registra o local e a data de mais de 130 milagres, metade dos quais ocorridos na Itália. São muitíssimos os milagres eucarísticos no mundo todo. Por exemplo, Marthe Robin, uma francesa, milagre eucarístico vivo, alimentou-se durante 53 anos só de Eucaristia. Teresa Newmann, na Alemanha, durante mais de 36 anos alimentou-se também só de Eucaristia. Bom vamos a alguns Milagres maravilhosos onde Jesus se revelar no Santíssimo Sacramento: CLIQUE ABAIXO PARA SE REDIRECIONADO PARA POSTAGEM COMPLETA:


    1 - Marta Rubin a mulher que viveu 53 anos alimentando-se apenas da Eucaristia.

    2 - Nove Hóstias que se transformaram em carne - Milagres Eucarísticos

    3 - O MILAGRE EUCARÍSTICO DE BOLSENNA ORIGEM DA FESTA DE CORPUS CHRIST 

    4 - Teresa Newman a mulher que viveu 36 anos apenas alimentando-se da Santa Eucaristia.

    5 - Milagre eucarístico de Ofida - Ano 1273

    6 - Papa Francisco e o milagre eucarístico de Buenos Aires


    EM BREVE MAIS POSTAGEM..

    COMPARTILHEM CATÓLICOS COM ALEGRIA, JESUS ESTA NO MEIO DE NÓS !!!!




            domingo, 24 de agosto de 2014

            Ah o Céu como és belo - Visão de São Dom Bosco



            A maioria das pessoas vivem como se depois desta vida não houvesse um lugar que as aguarda, mas cada um de nós, no anoitecer da nossa existência, receberemos a nossa recompensa de acordo com nossas obras (Mt 16,27), Céu ou Inferno. Ainda não somos tão violentos no trabalho para a nossa salvação porque não meditamos sobre o prêmio dos justos. Meditemos, pois, sobre a Nova Jerusalém e animemo-nos. "Sê fiel até a morte e te darei a coroa da vida." (Ap 2,10)

            “Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra desapareceram e o mar já não existia.
            Eu vi descer do céu, de junto de Deus, a Cidade Santa, a nova Jerusalém, como uma esposa ornada para o esposo.
            Ao mesmo tempo, ouvi do trono uma grande voz que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens. Habitará com eles e serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles.
            Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição.
            Então o que está assentado no trono disse: Eis que eu renovo todas as coisas. Disse ainda: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.
            Novamente me disse: Está pronto! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Começo e o Fim. A quem tem sede eu darei gratuitamente de beber da fonte da água viva.
            O vencedor herdará tudo isso; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho.
            Os tíbios, os infiéis, os depravados, os homicidas, os impuros, os maléficos, os idólatras e todos os mentirosos terão como quinhão o tanque ardente de fogo e enxofre, a segunda morte.
            Então veio um dos sete Anjos que tinham as sete taças cheias dos sete últimos flagelos e disse-me: Vem, e mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro.
            Levou-me em espírito a um grande e alto monte e mostrou-me a Cidade Santa, Jerusalém, que descia do céu, de junto de Deus, revestida da glória de Deus. Assemelhava-se seu esplendor a uma pedra muito preciosa, tal como o jaspe cristalino.
            Tinha grande e alta muralha com doze portas, guardadas por doze anjos. Nas portas estavam gravados os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.
            Ao oriente havia três portas, ao setentrião três portas, ao sul três portas e ao ocidente três portas.
            A muralha da cidade tinha doze fundamentos com os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.
            Quem falava comigo trazia uma vara de ouro como medida para medir a cidade, as suas portas e a sua muralha.
            A cidade formava um quadrado: o comprimento igualava à largura. Mediu a cidade com a vara: doze mil estádios. O comprimento, a largura e a altura eram iguais.
            E mediu a muralha: cento e quarenta e quatro côvados, segundo a medida humana empregada pelo anjo.
            O material da muralha era jaspe, e a cidade ouro puro, semelhante a puro cristal.
            Os alicerces da muralha da cidade eram ornados de toda espécie de pedras preciosas: o primeiro era de jaspe, o segundo de safira, o terceiro de calcedônia, o quarto de esmeralda,
            o quinto de sardônica, o sexto de cornalina, o sétimo de crisólito, o oitavo de berilo, o nono de topázio, o décimo de crisóparo, o undécimo de jacinto e o duodécimo de ametista.
            Cada uma das doze portas era feita de uma só pérola e a avenida da cidade era de ouro, transparente como cristal.
            Não vi nela, porém, templo algum, porque o Senhor Deus Dominador é o seu templo, assim como o Cordeiro.
            A cidade não necessita de sol nem de lua para iluminar, porque a glória de Deus a ilumina, e a sua luz é o Cordeiro.
            As nações andarão à sua luz, e os reis da terra levar-lhe-ão a sua opulência.
            As suas portas não se fecharão diariamente, pois não haverá noite.
            Levar-lhe-ão a opulência e a honra das nações.
            Nela não entrará nada de profano nem ninguém que pratique abominações e mentiras, mas unicamente aqueles cujos nomes estão inscritos no livro da vida do Cordeiro.
            Mostrou-me então o anjo um rio de água viva resplandecente como cristal de rocha, saindo do trono de Deus e do Cordeiro.
            No meio da avenida e às duas margens do rio, achava-se uma árvore da vida, que produz doze frutos, dando cada mês um fruto, servindo as folhas da árvore para curar as nações.
            Não haverá aí nada de execrável, mas nela estará o trono de Deus e do Cordeiro. Seus servos lhe prestarão um culto.
            Verão a sua face e o seu nome estará nas suas frontes.
            Já não haverá noite, nem se precisará da luz de lâmpada ou do sol, porque o Senhor Deus a iluminará, e hão de reinar pelos séculos dos séculos.
            Ele me disse: Estas palavras são fiéis e verdadeiras, e o Senhor Deus dos espíritos dos profetas enviou o seu anjo para mostrar aos seus servos o que deve acontecer em breve.
            Eis que venho em breve! Felizes aqueles que põem em prática as palavras da profecia deste livro.
            Fui eu, João, que vi e ouvi estas coisas. Depois de as ter ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que as mostrava.
            Mas ele me disse: Não faças isto! Sou um servo como tu e teus irmãos, os profetas, e aqueles que guardam as palavras deste livro. Prostra-te diante de Deus.
            Disse ele ainda: Não seles o texto profético deste livro, porque o momento está próximo.
            O injusto faça ainda injustiças, o impuro pratique impurezas. Mas o justo faça a justiça e o santo santifique-se ainda mais.
            Eis que venho em breve, e a minha recompensa está comigo, para dar a cada um conforme as suas obras.
            Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Começo e o Fim.
            Felizes aqueles que lavam as suas vestes para ter direito à árvore da vida e poder entrar na cidade pelas portas.
            Fora os cães, os envenenadores, os impudicos, os homicidas, os idólatras e todos aqueles que amam e praticam a mentira!
            Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos atestar estas coisas a respeito das igrejas. Eu sou a raiz e o descendente de Davi, a estrela radiosa da manhã.
            O Espírito e a Esposa dizem: Vem! Possa aquele que ouve dizer também: Vem! Aquele que tem sede, venha! E que o homem de boa vontade receba, gratuitamente, da água da vida!
            Eu declaro a todos aqueles que ouvirem as palavras da profecia deste livro: se alguém lhes ajuntar alguma coisa, Deus ajuntará sobre ele as pragas descritas neste livro;
            e se alguém dele tirar qualquer coisa, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, descritas neste livro.
            Aquele que atesta estas coisas diz: Sim! Eu venho depressa! Amém. Vem, Senhor Jesus!”

            Apocalipse 21, 1-27; 22, 1-20

            VISÃO DE SÃO JOÃO BOSCO

            “O Céu, na noite de 22 de Dezembro (de 1876), ficou memorável no Oratório de Dom Bosco.
            A hora da oração foi um pouco antecipada.
            No locutório, reuniram-se os estudantes, os artesãos e todas as pessoas da casa.
            Dom Bosco tinha prometido falar no domingo anterior, mas não pudera fazê-lo.
            Imagine-se a expectativa geral.
            Subiu à cátedra, saudado por palmas entusiásticas, como acontecia sempre que dava, daquele modo, a "boa noite" à comunidade inteira.
            Fez o sinal de que ia falar, e imediatamente fez-se completo silêncio...
            Na noite em que estive em Lanzo -- iniciou D. Bosco --, chegada a hora de repousar, aconteceu-me que tive um sonho especial, que não tem nenhuma relação com sonhos normais.
            São coisas muito estranhas.
            Mas para os meus filhos não tenho segredos; abro-lhes inteiramente o coração.
            Pensai o que quiserdes desse sonho.
            Como diz S. Paulo, «quod bonum est tenete» [conservai o que é bom], se alguma coisa encontrardes nele que seja de proveito para a vossa alma, sabei aproveitar-vos disso.
            Quem não quiser acreditar-me, que não acredite, pouco importa; mas que ninguém jamais zombe das coisas que vou dizer.
            Peço-vos ainda que não o conteis, nem o comuniqueis por escrito, aos que não são desta casa.
            Aos sonhos, pode dar-se a importância que os sonhos merecem, e os que não conhecem a nossa intimidade poderiam formar juízos erróneos, vendo as coisas de modo diferente do que são na realidade.
            Não sabem eles que sois meus filhos, e que sempre vos digo tudo o que sei, e às vezes até mesmo o que não sei (risos gerais).
            Mas o que um pai manifesta aos seus filhos queridos, para o bem deles, deve ficar entre o pai e os filhos, não passando adiante.
            E ainda por outro motivo: É que em geral, quando se contam tais coisas por fora, ou se desfiguram os factos, ou se conta apenas uma parte deles, sendo por isso mal interpretados; de onde nasce dano, pois o mundo desprezaria o que não deve ser desprezado.
            Deveis saber que, ordinariamente, temos sonhos quando dormimos.
            Ora, na noite de 6 de Dezembro, enquanto eu estava no meu quarto, não me recordo bem se lendo, ou se dando voltas pelo aposento, ou se me havia já deitado, comecei a sonhar...
            Logo me pareceu estar sobre uma elevação de terreno, ou numa colina, à beira duma imensa planície, cujos confins a vista não alcançava, pois perdiam-se na imensidão.
            A palnície era toda azulada, como um mar calmo, embora o que eu visse não fosse água, parecendo um cristal límpido e luminoso.
            Sob os meus pés, por trás de mim e de ambos os lados, via uma região à maneira dum litoral, à margem do oceano.
            Largos e gigantescos caminhos dividiam aquela planície em vastíssimos jardins de indescritível beleza, todos estes repartidos em bosquezinhos, prados e canteiros de flores, de formas e cores variadas.
            Nenhuma das nossas plantas pode dar-nos uma ideia daquelas, embora tenham com elas alguma semelhança.
            As ervas, as flores, as árvores, as frutas, eram vistosíssimas e de belíssimo aspecto.
            As folhas eram de ouro; os troncos e ramos, de diamante; correspondendo tudo o mais a tal riqueza.
            Era impossível contar as diferentes espécies de plantas, e cada uma resplandecia com uma luz própria.
            No meio daqueles jardins e em toda a extensão da planície, eu contemplava incontáveis edifícios de ordem, beleza, harmonia, magnificência e proporções tão extraordinárias, que para a construção de um só deles me parecia que não seriam suficientes todos os tesouros da Terra.
            E eu dizia para mim mesmo: "Se os meus meninos tivessem uma destas casas, como gozariam, que felizes seriam e com quanto gosto viveriam nela!"
            Isto pensava eu, vendo externamente os palácios.
            Qual não deveria ser então a sua magnificência interior!
            Enquanto contemplava, extasiado, tão estupendas maravilhas que adornavam aqueles jardins, eis que chega aos meus ouvidos uma música dulcíssima, de tão agradável e suave harmonia que nem posso dar-vos dela a mínima ideia.
            As músicas do Padre Cagliero e de Dogliani nada têm de musical, se comparadas àquela!
            Eram cem mil instrumentos, produzindo cada qual um som diverso do outro, enquanto todos os sons possíveis difundiam pelos ares as suas ondas sonoras.
            A tão maravilhosos sons, somavam-se ainda os inebriantes coros de cantores.
            Vi então uma grande multidão de pessoas que se encontrava naqueles jardins e se regozijava com com imensa alegria e satisfação.
            Uns tocavam e outros cantavam; e cada voz, cada nota, produzia o efeito de mil instrumentos reunidos, todos diferentes uns dos outros.
            Ao mesmo tempo, ouviam-se os diversos graus da escala harmónica, desde os mais baixos até aos mais agudos que se possam imaginar, mas todos em perfeita harmonia.
            Ah, para descrever-vos tal harmonia, não existem comparações humanas!
            Via-se, pelo rosto dos felizes habitantes do jardim, que os cantores não só experimentavam extraordinário prazer em cantar, mas ao mesmo tempo sentiam imenso gozo em ouvir cantar os demais.
            Quanto mais um cantava, mais se lhe acendia o desejo de cantar, e quanto mais ouvia, mais desejava ouvir.
            Era isto o que eles cantavam:
            «Salus, honor, gloria Deo Patri omnipotenti!... Auctor saeculi, qui erat, qui est, qui venturus est iudicare vivos et mortuos, in saecula saeculorum» [Saudação, honra e glória a Deus Pai omnipotente!... Autor do tempo, Aquele que era e que é, e que virá a julgar os vivos e os mortos, por todos os séculos dos séculos].
            Enquanto ouvia, atónito, essa celestial harmonia, vi aparecer uma imensa multidão de jovens, muitos dos quais eu conhecia, pois tinham estado no Oratório e noutros nossos colégios; mas era-me desconhecida a maior parte deles.
            A multidão interminável dirigia-se para mim.
            À sua frente, vinha (São) Domingos Sávio, e logo atrás dele vinham o Padre Alasonatti, o Padre Chiala, o Padre Giulitto, e muitos outros sacerdotes e clérigos, cada um deles conduzindo uma secção de jovens.
            E eu perguntava a mim mesmo: "Estou a dormir, ou estou acordado?"
            Batia as mãos uma na outra e tocava no meu peito, para certificar-me de que era realidade o que então via.
            Chegada diante de mim toda aquela multidão, parou à distância de oito ou dez passos.
            Brilhou então um relâmpago de luz mais viva; cessou a música e fez-se um silêncio profundo.
            Todos os jovens estavam tomados pela maior alegria, que lhes transparecia no olhar, e nos seus rostos via-se a paz de uma felicidade perfeita.
            Olhavam-me com um suave sorriso nos lábios, e parecia que desejavam falar, mas não falavam.
            Então, adiantou-se Domingos Sávio, apenas alguns passos, e ficou tão próximo a mim que, se eu tivesse estendido a mão, certamente tê-lo-ia tocado.
            Calava-se e olhava-me, sorrindo. Que belo ele estava!
            As suas vestes eram verdadeiramente singulares:
            Caía-lhe até aos pés uma túnica alvíssinia, coberta de diamantes e toda bordada de ouro.
            Cingia-lhe a cintura uma ampla faixa vermelha, recamada com tantas pe dras preciosas que uma quase tocava a outra, e entrelaçavam-se em desenho tão maravilhoso, apresentando tanta beleza de cores, que eu, ao vê-lo, sentia-me fora de mim por tamanha admiração!
            Pendia-lhe do pescoço um colar de flores raras, mas não naturais, parecendo como se as pétalas fossem de diamantes unidos entre si, sobre hastes de ouro; e assim era tudo o mais.
            Essas flores refulgiam com luz sobre-humana, mais viva que a do Sol, que naquele instante brilhava com todo o esplendor duma manhã de Primavera.
            As flores reflectiam os seus raios sobre o rosto cândido e corado (de Domingos Savio), de modo indescritível, dando-lhe uma luz de modo tão singular, que nem se distinguiam bem as suas várias espécies.
            A cabeça, tinha-a cingida com uma coroa de rosas; e os cabelos caíam-lhe sobre os ombros em ondulantes cachos, dando-lhe um ar tão pulcro, tão afectuoso, tão encantador, que parecia... parecia mesmo um Anjo!”

            quarta-feira, 23 de abril de 2014

            O que vem depois da morte?



            O que vem depois da morte?
            Fonte: Mercaba.org
            Autor Valerio Chávez Hernandez
            Tradução: Rogério SacroSancttus




            Esta é uma pergunta que todos nos fazemos... alguns dizem: "Depois da morte tudo se acaba". Outros pensam que o espirito segue vivendo e há quem acha que se vai passando de um estado a outro até chegar a perfeição. Outros dizem que se reencarna e assim alcançar a perfeição que apregoam os anteriores e outros (e neste grupo estão a maioria dos evangelicos) pensam que ainda que o espirito segue vivendo mas não sofre e nem goza; é como se estivesse num estado de semi-inconsciência. E apesar todos dizerem apoiar suas ideias na Biblia, a verdade é que somente tomam textos isolados sem ter em conta toda a Revelação.

            Deus nos dá resposta a esta questão em sua Palavra. "...Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo". Heb. 9:27. Este texto derruba por terra a ideia da reencarnação pois o homem não morre varias vezes mas uma única vez.
            E o homem tem alma e corpo, espirito e materia e o corpo se destrói mas a alma segue vivendo. "Deus criou o homem para a imortalidade, e o fez à imagem de sua própria natureza.". Sab. 2:23. "E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.". Eclesiastes 12,7. "Não temais aqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode precipitar a alma e o corpo na geena". Mt 10:28. "Jesus respondeu-lhe: Em verdade te digo: hoje estarás comigo no paraíso". Lc. 23:43. "Sinto-me pressionado dos dois lados: por uma parte, desejaria desprender-me para estar com Cristo - o que seria imensamente melhor" Fil. 1:23.

            Jesus Cristo é "o caminho, a verdade e a vida" Jo. 14:6 e Ele assegura que o homem segue vivendo depois de sua morte. "Por outra parte, que os mortos hão de ressuscitar é o que Moisés revelou na passagem da sarça ardente (Ex 3,6), chamando ao Senhor: Deus de Abraão, Deus de Isaac, Deus de Jacó .Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos; porque todos vivem para ele". Lc. 20:37-38; Ex.3:6.

            Não foi dito: "Eu fui" mas afirma claramente : "Eu sou" quer dizer, segue sendo seu Deus "Por que lhe parece incrivel que Deus ressucite aos mortos?".
            " Pois, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E se Cristo não ressuscitou, é inútil a vossa fé, e ainda estais em vossos pecados. Também estão perdidos os que morreram em Cristo. Se é só para esta vida que temos colocado a nossa esperança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de lástima. Mas não! Cristo ressuscitou dentre os mortos, como primícias dos que morreram!".Atos. 26:8; I Cor. 15:16-20.

            Para Deus todos vivem e não estão insensiveis ou inconscientes, mas plenamente conscientes, sabendo e sentindo e portanto, gozan ou sofrem.
            "E estando ele nos tormentos do inferno, levantou os olhos e viu, ao longe, Abraão e Lázaro no seu seio. Gritou, então: - Pai Abraão, compadece-te de mim e manda Lázaro que molhe em água a ponta de seu dedo, a fim de me refrescar a língua, pois sou cruelmente atormentado nestas chamas.". Lc. 16:23-24, Cf. Ap. 20:15, Mc. 9:47-49.
            Haverá um dia em que todos os que se encontram mortos ressucitarão. Será o dia do juizo final.
            "Tenho esperança em Deus, como também eles esperam, de que há de haver a ressurreição dos justos e dos pecadores.". Atos. 24:15. Jo 5:28-29.
            "Mas, pela tua obstinação e coração impenitente, vais acumulando ira contra ti, para o dia da cólera e da revelação do justo juízo de Deus,que retribuirá a cada um segundo as suas obras ". Rom. 2:5-6.
            Para os que fazem o esforço em seguir a Cristo, a gloria representa a etapa final de sua existência, uma etapa que durará para sempre. Deus Jesus:
            "Não se perturbe o vosso coração. Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fora assim, e eu vos teria dito; pois vou preparar-vos um lugar. Depois de ir e vos preparar um lugar, voltarei e tomar-vos-ei comigo, para que, onde eu estou, também vós estejais." Jo 14:1-3. "Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, cremos também que Deus levará com Jesus os que nele morreram." 1 Tes. 4:14. "Nós, porém, somos cidadãos dos céus. É de lá que ansiosamente esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo" Fil. 3:20.

            "Mas as almas dos justos estão na mão de Deus, e nenhum tormento os tocará.Aparentemente estão mortos aos olhos dos insensatos: seu desenlace é julgado como uma desgraça. E sua morte como uma destruição, quando na verdade estão na paz!". Sab. 3:1-3.

            Esta formosa promessa de uma eternidade cheia de gozo só sera alcançada se procurarmos conhecer e viver como Cristo quer "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é que me ama. E aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei e manifestar-me-ei a ele.". Jo. 14:21.
            Como temos visto, depois da morte o corpo vai ao sepulcro enquanto a alma ou espirito segue vivendo na glória se a pessoa portou-se bem ou no sofrimento se ela portou-se mal.

            "Assim, pois, consolai-vos mutuamente e edificai-vos uns aos outros, como já o fazeis. Porquanto não nos destinou Deus para a ira, mas para alcançar a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo." 1 Tes. 5:11.9 "Tomai, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus. Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos. ". Ef. 6:17-18.

            Fonte: Rainha dos Apóstolos
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            quinta-feira, 31 de outubro de 2013

            Três visões terríveis do inferno dadas por Deus a santos da Igreja Católica.


            O juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos, Antonin Scalia, disse acreditar no inferno e no diabo, e as pessoas zombaram dele. Mas os partidários de Scalia são muito mais importantes que seu críticos: além de serem maioria no país, tanto Jesus, o Filho de Deus, como o seu Vigário, o Papa Francisco, falam constantemente do inferno em seus ensinamentos.
             
            O inferno é real e, para os católicos, sua existência é um dogma. O Concílio de Florença estabeleceu, em 1439, que “as almas dos que morrem em pecado mortal atual, ou somente no pecado original, descem rapidamente ao inferno”.
             
            Por ser um lugar no qual estão somente aqueles que morreram, os vivos não têm acesso a ele – pelo menos em circunstâncias normais. No entanto, muitos santos, ao longo da história da Igreja, afirmaram ter vivido experiências místicas do inferno e as descreveram.
             
            A seguir, detalharemos três destas descrições.
             
            Cabe recordar que o Catecismo da Igreja Católica afirma claramente que o papel das revelações privadas não é “melhorar” ou “completar” o depósito da fé, mas “ajudar a vivê-la mais plenamente em uma determinada época histórica”.
             
            O relato destas visões servem para ajudar as pessoas a levar mais a sério a realidade do reino eterno dos condenados. Duas das visões que apresentamos são do século XX.
             
            Densa escuridão: Santa Teresa de Ávila
             
            A grande santa do século XVI, Teresa de Ávila, foi uma religiosa e teóloga carmelita. Está na lista dos 35 doutores da Igreja. Seu livro “Castelo Interior” é considerado um dos textos mais importantes sobre a vida espiritual. Em sua autobiografia, a santa também descreve uma visão do inferno que Deus lhe concedeu, segundo ela, para ajudá-la a afastar-se dos seus pecados.
             
            “A entrada pareceu-me semelhante a uma passagem estreita muito longa, como um forno baixo, escuro e constrangido; o chão pareceu-me consistir em água lamacenta, muito suja e de muito mau cheiro, com muitos parasitas e vermes imundos. No fim, havia um nicho na parede ao jeito de um pequeno armário; aí achei-me metida em muito estreito lugar. Tudo isso era nada, em comparação com que eu sentia: isto que eu descrevo está só mal expresso.”
             
            “O que senti, parece-me que não posso nem começar a exprimi-lo; nem pode ser entendido. Experimentei um fogo na alma, que eu não sei como descrevê-lo. As dores corpóreas tão insuportáveis, que embora as tenho sofrido penosas nesta vida e que, de acordo com o que os médicos dizem, das piores que podem ser sofridas na terra, pois todos os meus nervos estavam contraídos quando fiquei paralisada, e com mais muitos outros sofrimentos de muitas espécies que eu suportei, e ainda alguns, como disse, causados pelos demônios, todos estes eram nada em comparação com os que eu experimentei lá, e saber que haviam de ser sem fim e sem jamais cessar.”
             
            “Isto não era nada, porém, em comparação com o agoniar da alma: um apertamento, um afogamento, uma aflição tão agudamente sentida e com tal desesperada e afligida infelicidade que atormenta, que eu não sei como exprimir; porque parece estar-se sempre arrancando a alma que se rasga em pedaços.”
            “O fato é que não sei como dar uma descrição suficientemente poderosa daquele fogo interior e aquela gravíssima desesperação sobre tão dolorosos tormentos e dores. Eu não vi quem me os infligia, mas, sentia-me queimar e espedaçar, ao que me parece, e repito que o pior era aquele fogo interior e aquele desespero.”
            “Estando em tão fétido lugar, tão incapaz de esperar qualquer consolação, não há onde sentar-se ou deitar-se, nem há lugar, ainda que estava eu metida nessa espécie de buraco feito na parede, porque essas paredes apertam e tudo sufoca. Não há nenhuma luz, senão todo trevas escuríssimas.”
             
            “Depois, eu tive uma visão de coisas espantosas. De alguns vícios, o castigo. Porque não é nada o ouvi-lo dizer, nem eu ter meditado de outras vezes sobre diversos tormentos (embora poucas vezes o fizesse, pois que, por caminho de temor, não ia bem a minha alma), nem que os demônios atormentam, nem outros diferentes suplícios que tenho lido, nada é como esta pena, porque é outra coisa. Enfim, é tão diferente como a pintura o é da realidade, e o queimar-se aqui na terra é muito pouco em comparação com este fogo de lá. Eu fiquei tão aterrada, e ainda agora o estou ao escrever isto, apesar de haver já quase seis anos que de temor – parece-me, e assim é –, me falta o calor natural aqui onde estou.”
             
            “Daqui também cobrei a grandíssima pena que me dão as almas que se condenam (destes luteranos em especial, porque já eram, pelo Batismo, membros da Igreja), e os grandes ímpetos de salvar almas, que me parece certo que, para livrar uma só de tão gravíssimos tormentos, padeceria eu muitas mortes de muito boa vontade.”
             
            Cavernas horríveis, abismos de tormentos: Santa Maria Faustina Kowalska
            Santa Maria Faustina Kowalska, conhecida como Santa Faustina, foi uma religiosa polonesa que afirmou ter tido uma série de visões que incluíam Jesus, a Eucaristia, os anjos e vários santos. Das suas visões, registradas em seu “Diário“, a Igreja recebeu a já popular devoção ao Terço da Divina Misericórdia.
             
            Em um trecho do seu diário, no final de outubro de 1936, ela descreve sua visão do inferno:
             
            “Hoje, conduzida por um Anjo, fui levada às profundezas do inferno, um lugar de grande castigo, e como é grande a sua extensão. Tipos de tormentos que vi: o primeiro tormento que constitui o inferno é a perda de Deus; o segundo, o contínuo remorso de consciência; o terceiro, o de que esse destino já não mudará nunca; o quarto tormento, é o fogo que atravessa a alma, mas não a destrói: é um tormento terrível, é um fogo puramente espiritual, aceso pela ira de Deus; o quinto é a contínua escuridão, o terrível cheiro sufocante e, embora haja escuridão, os demônios e as almas condenadas veem-se mutuamente e veem todo o mal dos outros e o seu. O sexto é a continua companhia do demônio; o sétimo tormento é o terrível desespero, ódio a Deus, maldições, blasfêmias.”
            “São tormentos que todos os condenados sofrem juntos. Mas não é ó fim dos tormentos. Existem tormentos especiais para as almas, os tormentos dos sentidos. Cada alma é atormentada com o que pecou, de maneira horrível e indescritível. Existem terríveis prisões subterrâneas, abismos de castigo, onde um tormento se distingue do outro. Eu teria morrido vendo esses terríveis tormentos, se não me sustentasse a onipotência de Deus. Que o pecador saiba que será atormentado com o sentido com que pecou, por toda a eternidade. Estou escrevendo por ordem de Deus, para que nenhuma alma se escuse dizendo que não há inferno ou que ninguém esteve lá e não sabe como é.”
             
            “Eu, Irmã Faustina, por ordem de Deus, estive nos abismos para falar às almas e testemunhar que o inferno existe. Sobre isso não posso falar agora, tenho ordem de Deus para deixar isso por escrito. Os demônios tinham grande ódio contra mim, mas, por ordem de Deus, tinham de me obedecer. O que eu escrevi dá apenas uma pálida imagem das coisas que vi.”
             
            “Percebi, no entanto, uma coisa: o maior número das almas que lá estão é justamente daqueles que não acreditavam que o inferno existia. Quando voltei a mim, não podia me refazer do terror de ver como as almas sofrem terrivelmente ali e, por isso, rezo com mais fervor ainda pela conversão dos pecadores; incessantemente, peço a misericórdia de Deus para eles. ‘Ó meu Jesus, prefiro agonizar até o fim do mundo nos maiores suplícios, a ter que vos ofender com o menor pecado que seja’.”
             
            Um grande mar de fogo: Irmã Lúcia de Fátima
             
            A irmã Lúcia não é uma santa, mas é uma das destinatárias de uma das revelações privadas mais importantes do século XX, ocorrida em Fátima (Portugal). Em 1917, ela era uma das três crianças que afirmou ter tido numerosas visões de Nossa Senhora. Ela declarou que Maria lhes mostrou uma visão do interno que ela descreveu em suas “Memórias”.
             
            “Nossa Senhora mostrou-nos um grande mar de fogo que parecia estar debaixo da terra. Mergulhados nesse fogo, os demônios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas nos grandes incêndios, sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero, que horrorizava e fazia estremecer de pavor.”
             
            “Os demônios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes e negros. Esta vista foi um momento, graças à nossa boa Mãe do céu, que antes nos tinha prevenido com a promessa de nos levar para o céu (na primeira aparição)! Se assim não fosse, creio que teríamos morrido de susto e pavor.”
             
            Alguma reação? Podemos nos confiar à misericórdia de Deus em Cristo, e evitar, assim, qualquer coisa que se aproxime destas descrições, passando toda a eternidade em união com Deus no céu.
            Fonte: Brantly Millegan

            segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

            Pregação: A existência do inferno - Anderson Luiz


            Pregação impactante sobre a existência do inferno feita pelo missionário Anderson Luiz.

            Confira abaixo abaixo.





            Algumas passagens sobre o inferno:

            Matheus  05:

            22. Mas eu vos digo: todo aquele que se irar contra seu irmão será castigado pelos juízes. Aquele que disser a seu irmão: Raca, será castigado pelo Grande Conselho. Aquele que lhe disser: Louco, será condenado ao fogo da geena.


            29. Se teu olho direito é para ti causa de queda, arranca-o e lança-o longe de ti, porque te é preferível perder-se um só dos teus membros, a que o teu corpo todo seja lançado na geena.

            Matheus 10:


            28. Não temais aqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode precipitar a alma e o corpo no inferno.

            Lucas 16:23

            23. E estando ele nos tormentos do inferno, levantou os olhos e viu, ao longe, Abraão e Lázaro no seu seio.

            II Pedro 02
            Pois se Deus não poupou os anjos que pecaram, mas os precipitou nos abismos tenebrosos do inferno onde os reserva para o julgamento

            Apocalipse 01

            18. Pois estive morto, e eis-me de novo vivo pelos séculos dos séculos; tenho as chaves da morte e da região dos mortos.


            Mais sobre o inferno.


            Definição

            Inferno é o estado no qual o ser se encontra só, impossibilitado de contemplar a face d’Aquele que o ama infinitamente. Tal impossibilidade não se estabelece por insuficiência d’Aquele que ama, mas é fruto da liberdade do ser que optou pela negação desta Presença, decidindo assim pela eterna ausência.

            Origem

            Deus criou todos os Anjos bons e belos, mas muitos se revoltaram por soberba, quiseram "ser como Deus"; não se aceitaram como criaturas de Deus e por isso foram expulsos da Comunhão com Deus, isto é, o Céu; e foram viver sem Deus e contra Deus; surgiu assim o Inferno, que não é um lugar de fogo, mas um estado de frustração, ódio a Deus e às suas criaturas. Diz o livro do Apocalipse: "Houve uma batalha no céu, Miguel e seus anjos tiveram de combater o Dragão. O Dragão e seus anjos travaram combate, mas não prevaleceram. E já não houve lugar no Céu para eles" (Ap 12, 7-8)

            Em que consiste?

            Consiste na condenação eterna daqueles que, por escolha livre, morrem em pecado mortal. A pena principal do inferno é a eterna separação de Deus, o único em quem o homem encontra a vida e a felicidade para que foi criado, e a que aspira. Cristo exprime esta realidade com as palavras: «Afastai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno» (Mt 25, 41).

            Bondade de Deus X Inferno

            Deus, apesar de querer «que todos tenham modo de se arrepender» (2Ped 3,9), tendo criado o homem livre e responsável, respeita as suas decisões. Portanto, é o próprio homem que, em plena autonomia, se exclui voluntariamente da comunhão com Deus se, até ao momento da própria morte, persiste no pecado mortal, recusando o amor misericordioso de Deus.

            terça-feira, 17 de abril de 2012

            O PURGATÓRIO NAS SAGRADAS ESCRITURAS - PROVAS DE SUA EXISTÊNCIA


            Provas implícitas e explícitas da existência do Purgatório


            A Palavra de Deus nos ensina que somente aqueles que estão puros, ou seja justificados, podem herdar a vida eterna e consequentemente terem acesso à visão beatífica de Deus ( Sl 14 ; Hb 12, 22-23 ; Mt 5,8 ). Infelizmente, também é verdade, pouquíssimos cristãos partem desta vida totalmente reconciliados com Deus e com os irmãos. O Senhor vem então, em socorro de nossas fraquezas, com sua misericórdia, permitindo que aqueles que estão destinados ao céu, ou seja que procuraram pautar suas vidas pela mensagem e vivência evangélica, mas que ainda carregam em si algumas imperfeições e pecados possam ser purificados, de algum modo, após a morte. O purgatório é portanto, uma exigência da razão e mesmo da caridade de Deus por nós. Hoje, infelizmente, muitos negam a realidade do purgatório, afirmando que o mesmo não se encontra na Bíblia. O termo “purgatório” não existe na Bíblia, mas a realidade, o conceito doutrinário deste lugar de purificação existe. Examinemos:

            “Todo o que tiver falado contra o Filho do homem será perdoado. Se, porém, falar contra o Espírito Santo, não alcançará perdão nem neste mundo, nem no mundo vindouro.” ( Mt 12, 32).

            O pecado contra o Espírito Santo, ou seja a pessoa que recusa de todas as maneiras os caminhos da salvação, não será perdoado nem neste mundo, nem no mundo futuro. Acena o Senhor Jesus neste trecho implicitamente, que há pecados que serão perdoados no mundo futuro, i. é após a morte. 

            Ver também Mc 3, 29; “Mas, se o tal administrador imaginar consigo: ‘Meu senhor tardará a vir’. E começar a espancar os servos e as servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo virá no dia em que não o esperar (…) e o mandará ao destino dos infiéis. O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu será açoitado com numerosos golpes. Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis será açoitado com poucos golpes. Porque, a quem muito se deu, muito se exigirá. Quanto mais se confiar a alguém mais se há de exigir.” ( Lc 12, 45-48).

            Nesta parábola o administrador é o ministro da Igreja ( quatro versículos acima Pedro pergunta ao mestre: “Senhor é para nós que estás contando esta parábola?” Ao que Jesus responde: “Qual é então Pedro, o administrador fiel que o Senhor constituirá sobre todo o seu pessoal?”). Pois bem, o ministro de Deus que for infiel, receberá a visita do seu senhor “no dia em que não o esperar” (dia de sua morte). E o Senhor o “mandará ao destino dos infiéis” ( inferno ). Porém a parábola acena que haverá outros tipos de administradores, e outros tipos de destino. Aquele que conhece a vontade de Deus mas não se preparou

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